AS VARIANTES DO INGLÊS E O DESEMPENHO DO INTÉRPRETE BRASILEIRO

THAIS REZENDE DE ABREU, GRAZIELA PIGATTO BOHN

Resumo


Neste estudo investigamos as dificuldades que quatro variantes do inglês
podem apresentar para o intérprete em formação através de uma pesquisa
em que 12 intérpretes em formação realizam a interpretação simultânea
de quatro amostras de áudios do inglês – sendo duas variantes americanas
e duas variantes britânicas –, língua-fonte, para o português, língua-alvo.
Partimos do pressuposto de que os participantes teriam mais afinidade
com as variantes americanas, por estas serem mais recorrentes na formação
de falantes de inglês como língua estrangeira – o que foi comprovado
através de um questionário subjetivo. Os resultados mostram que as variantes
britânicas podem, de fato, representar obstáculos para o intérprete
em formação, considerando que a duração de pausas silenciosas e o número
de omissões de compreensão e de anomalias durante as interpretações
são maiores nas variantes britânicas do que nas variantes americanas.


Palavras-chave


Interpretação. Língua Inglesa. Variação Linguística.

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