JUSTIÇA CLIMÁTICA E OBJETIVOS DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL, DA AGENDA 2030:
UMA RELAÇÃO INTRISECA PARA O BENEFÍCIO DAS FUTURAS GERAÇÕES
DOI:
https://doi.org/10.58422/releo2026.e1718Resumo
Os desastres naturais que ocorrem frequentemente ao redor do mundo são a resposta do meio ambiente diante das atividades humanas, que o degradam de maneira descontrolada e radical, como, por exemplo, a grande quantidade de poluentes, desmatamentos, queimadas, entre outras. A última conferência ambiental promovida pela Organização das Nações Unidas (ONU) ocorreu em 2022, nela foi concretizado a criação do Fundo de Perdas e Danos, evidenciando como a desigualdade existente entre os países, o faz com que as mudanças climáticas produzam efeitos diferentes, além de enfatizar a importância da participação dos países desenvolvidos para auxiliar os países mais vulneráveis a se prevenirem e se reerguerem após esses episódios. Desta forma, o presente artigo busca identificar o modo como as mudanças climáticas afetam as vulnerabilidades, com o objetivo de estabelecer uma maneira eficaz de somar os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) com a governança de sustentabilidade para atingir a Justiça Climática, garantindo um meio ambiente saudável a todos. A metodologia utilizada é baseada no método qualitativo, através de pesquisas bibliográficas, exploração de casos contemporâneos pertinentes ao tema, e observação de legislações relevantes, a fim de analisar a relação entre as mudanças climáticas e as vulnerabilidades.
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